quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Iluminada(Balada N.1 Em Sol Menor)

Eugène Delacroix. Frédéric Chopin (unfinished) 1838. Oil on canvas. Louvre, Paris, France


Sentindo o coracão parar

Eu bebo teu olhar, teu beijo

As nuvens que eu vejo passar

Sao luz do meu desejoa buscar o teu amor...

A vida pode se acabar

Porque eu tive um momento pleno

Se o meu futuro for só lembrar teus lábios de veneno

Viverei desse amor

Cai o sol, hostia incendiada

Na manhã transformada

Em altar do meu amor

A lua branca se escondeu

Fingindo que não sabe de nada

Seu brilho e bem menor do que o meu

Pois ando iluminada pelo sol de um grande amor...



Itamara Koorax
Não consigo separar a poesia da música, a melodia e o fantástico trabalho de Chopin da história, o homem do seu mundo, dos seus sonhos. Não consigo me separar de tudo isso.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Amanhã


Amanhã é mais um dia que acordo sem àquela a quem o sangue não me pertence

Amanhã acodarei sem àquela a quem devo a vida e minha única história

Mais um dia como tantos outros que virão

Não sei bem até quando...

Sem a minha mãe.

ENTÃO?


Vais ficar aí diante da vida?
Ela é tua companhanheira
Te chama e não ouves!
Tens medo?
Quem sabe quando ela for embora
O medo acabe...
Então ficas aí a esperar melhor hora.


Tereza Amaral

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

SENTIR


Os desejos operam milagres
Os amores se entrelaçam na história dos corajosos
Os dias desafiadores me seduzem
Uma espada de lâmina brilhante paralela ao meu corpo
Esses dias e noites inesquecíveis...
Esse sabor de vitória e derrota encanta
Pessoas me encantam...
Todo lugar é meu lugar
Todo minuto vivido me aproxima do êxtase
Todos os caminhos são possíveis
Tudo toco e não me importo com a textura
Quero apenas sentir...
Não há outra forma mais poética de viver, senão vivendo...
Absolutamente tudo!